sexta-feira, 12 de junho de 2009

REDES SOCIAIS

Rede Social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes. Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum.

Segundo Fritjof Capra, "redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os limites culturais e as relações de poder".

São também consideradas como uma medida de política social que reconhece e incentiva a atuação das redes de solidariedade local no combate à pobreza e à exclusão social e na promoção do desenvolvimento local.

As redes sociais são capazes de expressar idéias políticas e econômicas inovadoras com o surgimento de novos valores, pensamentos e atitudes.

Esse segmento que proporciona a ampla informação a ser compartilhada por todos, sem canais reservados e fornecendo a formação de uma cultura de participação, é possível, graças ao desenvolvimento das tecnologias de comunicação e da informação, à globalização, à evolução da cidadania, à evolução do conhecimento científico sobre a vida etc. as redes unem os indivíduos organizando-os de forma igualitária e democrática e em relação aos objetivos que eles possuem em comum.

Vertentes

As redes sociais podem ser divididas em três vertentes:

Rede Social Primária ou Informal: São redes de relações entre indivíduos , em decorrência de conexões pré-existentes, relações semiformalizadas que dão origem a quase grupos. (WARREN,op,cit,p.168). Ela é formada por todas as relações que as pessoas estabelecem durante a vida cotidiana, que pode ser composta por familiares, vizinhos, amigos, colegas de trabalho, organizações etc. as redes de relacionamento começam na infância e contribuem para a formação das identidades.

Rede Social Secundária ou Global: é formada por profissionais e funcionários de instituições públicas ou privadas, por organizações não-governamentais, organizações sociais etc., e fornecem atenção, orientação e informação.

Rede Social Intermediária ou Rede Associativa: é formada por pessoas que receberam capacitação especializada, tendo como função a prevenção e apoio. Podem vir do setor da saúde, igreja e até da própria comunidade.

As redes sociais secundárias e intermediárias são formadas pelo coletivo, instituições e pessoas que possuem interesses comuns. Elas podem ter um grande poder de mobilização e articulação para que seus objetivos sejam atingidos.

Estudos sobre Redes

Ver artigo principal: Grafo

O estudo das redes complexas foi iniciado pelas ciências exatas e, em seguida, promovido pela sociologia, numa perspectiva de análise estrutural das redes sociais.

O matemático Euler foi o responsável pelos primeiros passos da teoria das redes e foi o criador da teoria dos grafos. O grafo é um conjunto de nós, conectados por arestas que, em conjunto, formam uma rede. A partir de Euler, outros estudiosos se dedicaram a compreender os vários tipos de grafos e como se dava sua construção, ou seja, como seus nós se agrupavam.

No passado, as redes eram vistas como objetos estruturais, com propriedades fixadas no tempo.

Os novos estudos mostraram que elas são, na verdade, elementos dinâmicos. Trouxeram a percepção da estrutura não como determinante, mas como mutante no tempo e no espaço, um caráter ubiquo. E para compreendê-las é preciso entender a dinâmica de sua construção e manutenção. Essas dinâmicas são dependentes das interações totais que abarcam uma rede (organização) e podem influenciar diretamente sua estrutura.

Na sociologia, a teoria dos grafos é uma das bases do estudo das redes sociais, ancorado na Análise Estrutural, proveniente das décadas de 60 e 70. A análise das redes sociais parte de duas grandes visões do objeto de estudo: as redes inteiras e as redes personalizadas. O primeiro aspecto é focado na relação estrutural da rede com o grupo social – as redes são assinaturas de identidade social, o padrão de relações do indivíduo está mapeando as preferências e as características dos próprios envolvidos na rede. O segundo aspecto diz que o papel social de um indivíduo poderia ser compreendido não apenas através dos grupos – redes – a que ele pertence, mas também através das posições que ele tem dentro dessas redes. A análise das redes sociais foca principalmente nos padrões de relações entre as pessoas e nos laços sociais. Numa rede social, as pessoas são os nós e as arestas são os laços sociais, gerados através da interação social.

Inicialmente, os sociólogos acreditavam que as unidades básicas dessas redes eram as díades – relações entre 2 pessoas –, e com isso as relações entre indivíduos se dariam de modo mais ou menos aleatório. As tríades representam 2 pessoas com um amigo em comum e que, portanto, têm mais chances de se conectar.

Nessa perspectiva, a análise estrutural das redes sociais procura focar na interação como primado fundamental do estabelecimento das relações entre os agentes humanos, que originarão as redes sociais.

Modelos de Redes

Modelo de Redes Aleatórias: Alfred Rényi e Paul Erdös

Rényi e Erdös, matemáticos, foram responsáveis pelo modelo de "grafos aleatórios", que pretendia explicar como se formariam as redes sociais. Nesse modelo, os nós se conectariam aleatoriamente (por isso a formação dos grafos seria aleatória) e as redes seriam igualitárias, pois todos os nós que as formavam deveriam ter mais ou menos a mesma quantidade de conexões, e a mesma chance de receber novos links. Surge aqui o conceito de clusters: grupos de nós conectados.

Exemplo: se houver uma conexão entre cada um dos convidados de uma festa, ao final dela, todos estariam conectados entre si. Ou seja, formariam uma rede. A festa seria um conjunto de clusters (grupos de pessoas) que estabelecem relação uns com os outros, formando a rede.

Modelo de Mundos Pequenos

Stanley Milgram: primeiro experimento para observar o grau de separação entre as pessoas: cartas enviadas aleatoriamente a vários indivíduos, pedindo que eles a enviassem a um alvo específico que, caso não conhecessem, deveria ser acionado através de outra pessoa. Conclusão: das cartas que chegaram ao alvo final, a maioria havia passado por um pequeno número de pessoas. Isso indicaria que essas pessoas estaria a poucos graus de separação umas das outras.

Por isso a idéia de "mundo pequeno". Esse modelo pode ser especialmente aplicado às redes sociais: cada indivíduo tem amigos e conhecidos em todo o mundo, que por sua vez, conhecem outras pessoas. Assim, todos estaríamos "conectados", o que evidenciaria a existência de poucos graus de separação entre as pessoas no planeta.

Mark Granovetter: criou os conceitos de laços fracos (weak ties) e de laços fortes (strong ties).

Para ele, os laços fracos seriam muito mais importantes que os laços fortes na manutenção da rede social, pois conectariam pessoas de grupos sociais diversos, dando aos clusters características de rede. Conceitos como tempo de dedicação, similaridade, hierarquização espontânea e transitividade explicam a força do laços e a fragilidades deles.

Duncan Watts e Steven Strogatz: redes sociais apresentam padrões altamente conectados, tendendo a formar pequenas quantidades de conexões entre cada indivíduo. Modelo semelhante ao de Erdös e Rényi: laços estabelecidos entre pessoas próximas, mais os laços estabelecidos aleatoriamente entre alguns nós transformariam a rede num mundo. Assim, a distância média entre duas pessoas no mundo não ultrapassaria um número pequeno de outras pessoas, bastando que existisse entre os grupos alguns laços aleatórios.

Obs: Bastam poucos links entre vários clusters para formar um mundo pequeno formando a clusterização (redes com várias ligações).

Modelo das Redes sem Escalas

Criado por Barabási, esse modelo faz críticas aos modelos de Erdös e Rényi, e também ao de Watts. Discorda da concepção de que, nas redes sociais, as conexões entre nós (indivíduos) eram estabelecidas de modo aleatório. Para Barabási, há uma ordem na dinâmica de estruturação das redes. Para Barábasi, as redes não seriam igualitárias. Ao contrário, alguns nós seriam altamente conectados, enquanto outros teriam poucas conexões. Os nós ricos seriam os hubs ou conectores e tenderiam a receber sempre mais conexões. Barabási denominou esse tipo de rede de Rede sem Escalas (Scale Free).

Lei de "rich get richer" (ricos ficam mais ricos): quanto mais conexões o indivíduo (nó) possui, maiores suas chances de conseguir novas conexões.

Redes Sociais na Internet

São as relações entre os indivíduos na comunicação mediada por computador. Esses sistemas funcionam através da interação social, buscando conectar pessoas e proporcionar sua comunicação. As pessoas levam em conta diversos fatores ao escolher conectar-se ou não a alguém. As organizações sociais geradas pela comunicação mediada por computador podem atuar também de forma a manter comunidades de suporte que, sem a mediação da máquina, não seriam possíveis porque são socialmente não-aceitas.

O conceito de laço social passa pela idéia de interação social, sendo denominado laço relacional, em contraposição ao laço associativo, aquele relacionado unicamente ao pertencer (a algum lugar, por exemplo). Os laços associativos constituem-se em meras conexões formais, que independem de ato de vontade do indivíduo, bem como de custo e investimento. Os laços sociais também podem ser fortes e fracos. Laços fortes são aqueles que se caracterizam pela intimidade, pela proximidade e pela intencionalidade em criar e manter uma conexão entre duas pessoas. Os laços fracos, por outro lado, caracterizam-se por relações esparsas, que não traduzem proximidade e intimidade. As interações sociais que ocorrem na Internet (em weblogs, fotologs e no Orkut) constituem efetivamente laços fortes. Declarações de amor, amizade e suporte são freqüentes, demonstrando intimidade. Recebem também a definição de "Redes Sociais Virtuais", que são os agrupamentos, por meio de softwares específicos (aplicativos Web 2.0) que permitem a gravação de perfis, com dados e informações de caráter geral e específico, das mais diversas formas e tipos (textos, arquivos, imagens, fotos, vídeos, etc.), os quais podem ser acessados e visualizados por outras pessoas. Há também a formação de grupos por afinidade, com ou sem autorização, e de espaços específicos para discussões, debates e apresentação de temas variados (comunidades, com seus fóruns)

Orkut

Ver artigo principal: Orkut

O Orkut foi criado por um ex-aluno da Universidade de Stanford chamado Orkut Büyükkökten e lançado em 2004 pelo Google.[1] É um sistema virtual que possibilita a conexão entre pessoas e a afiliação delas a comunidades. Os indivíduos são mostrados em forma de perfis, é possível receber conexões diretas (amigos) e indiretas (amigos dos perfis), e também como organizações sob forma de comunidades e também ferramentas de interação variadas, tais como fóruns para comunidades. Envio de mensagens para cada perfil, envio de mensagens para comunidades, amigos e amigos de amigos (muitas vezes utilizadas para spam).

Inicialmente, o Orkut parece demonstrar a existência de redes sociais amplas, com pequeno grau de separação de acordo com o modelo de Watts e Strogatz. Porém a maioria das distâncias se reduz pela presença de alguns indivíduos que são amigos de todo mundo. Estes seriam chamados de hubs, pessoas totalmente conectadas, com imenso número de amigos, que contribuem para a queda da distância entre os indivíduos no sistema. Mas nem todos são realmente amigos nesta rede. A maioria destas conexões pode ser falsa no sentido de que não apresenta nenhum tipo de interação social e, portanto, pode não demonstrar a existência de uma rede social. Ao final, torna-se simplesmente uma "coleção" de perfis. Deste modo, entra a questão: Se não existe interação como pressuposto para o estabelecimento dessas conexões, será que o sistema pode ser considerado uma rede social? Como um hub no Orkut representa um verdadeiro hub em um grupo social? Fica também a questão: as conexões do Orkut representam conexões sociais?

Para o sistema, essas pessoas representam grandes nós que conectam membros de vários grupos isolados. Porém, não há, nessas redes, a obrigatoriedade da interação. Logo, só funcionam como hubs no sistema do Orkut.

MyGrouPx

O MyGroupx.com foi criado em 2007 e é praticamente apenas utilizado em lingua Portuguesa, com particular destaque no Brasil, Angola, Moçambique e Portugal.

Comunidades Virtuais

Fernback e Thompson definem a comunidade virtual como "relação social, forjada no ciberespaço, através do contato repetido no interior de uma fronteira específica ou lugar (ex.: uma conferência ou chat) que é simbolicamente delineada por tópico de interesse".

Os autores afirmam que o termo é mais indicativo de uma assembléia de pessoas sendo "virtualmente" uma comunidade do que de uma comunidade real. Eles concordam que o termo "comunidade" tem um significado dinâmico e acreditam que as comunidades virtuais possam ser a base para a formação de comunidades de interesses reais e duradouras. Este conceito traz um ponto potencialmente importante: eles afirmam que a comunidade possui um lugar que é "simbolicamente delineado". Ou seja, traz a necessidade de que a comunidade possua um "ponto de encontro", um "estabelecimento" virtual que seja "delineado", ainda que de modo simbólico (uma vez que o ciberespaço não possui fronteiras físicas).

A comunidade virtual é um conceito aplicado numa tentativa de explicar os agrupamentos humanos surgidos no ciberespaço. Trata-se de um grupo de pessoas que estabelecem entre si relações sociais, que permaneçam um tempo suficiente para que elas possam constituir um corpo organizado, através da comunicação mediada por computador e associada a um virtual settlement. Apesar de semelhante, essa idéia difere dos clássicos, fundamentalmente, por dispensar o contato físico, que não é mais pré-requisito, mas apenas complemento do contato social.

E também seria possível discutir se a interação social estaria nas comunidades. Elas também podem ser hubs como a comunidade brasileira Me pega de jeito ou não me pega criada em 2005 , com 11.360 membros onde os usuários recebem o julgamento de pega de jeito ou não pega com participação de poucos membros até a presenta data. Apesar do grande número de participantes, não há uma interação ideal, onde todas ou a maioria das pessoas trocassem informações. Ou seja, a quantidade da interação não parece proporcional ao tamanho da comunidade. Muitas vezes, seu propósito é gerar um agrupamento momentâneo, no estilo em flash mob. Pessoas são convidadas a fazer parte da comunidade até que chegue a um determinado número de membros depois a comunidade é deletada e depois some totalmente do sistema. O Orkut possui hubs que se estabelecem a partir da ordem dos mais ricos. As comunidades cada vez ficam mais popular e se constituem redes sem escalas. Aí encontra-se o problema de Barabási para as redes sociais na Internet: seu modelo não pressupõe interação social para o estabelecimento das conexões.

Retorna-se novamente à questão dos hubs apresentada em Barabási. Para os hubs sociais seria impossível manter algum tipo de interação com um número imenso de conexões.

Weblogs e Fotologs

Os weblogs e fotologs também estabelecem-se como redes sociais na medida em que também possuem lista de amigos. Nos weblogs o privilégio é para os textose nos fotologs a imagem é trabalhada. Nos fotologs e weblogs as dinâmicas das redes são observadas e estão sempre e transformação.Eles também podem ser hubs, na medida em que possui muitas conexões sociais entre as pessoas que ali interagem. No modelo reducionista de Barabási, as redes sem escalas trata todas as conexões de modo igual, sem diferenciar a qualidade desses links e suas consequências para estrutura social. O modelo de Watts também parece não deixar espaço para que se analise a qualidade das interações bem como o de Erdös e Rényi.

Preocupados com a dinâmica e as propriedades estruturais das redes, todos parecem ter se esquecido que todas essas propriedades são intrinsecamente determinadas pelas interações em si, que geram ou destroem conexões. As redes nunca estão paradas no tempo e no espaço, elas estão sempre em transformação.

A comunicação mediada por computador, através dos weblogs e fotologs pode estar contribuindo para reduzir a distância entre as pessoas aumentando a clusterização entre os grupos, indo de acordo com o modelo de Watts e Strogatz. No entanto, todos os laços são iguais e possuem o mesmo peso para os autores. O modelo das análises das redes propostas por Erdös e Réyni, Watts e Strogatz e Barabási são insuficientes no sentido de perceber as complexidades de uma rede social na Internet.

Erdös e Rényi apresenta o modelo de rede aleatória porém se esquece que as relações entre os indivíduos mediada por computador não são aleatórias. Os laços sociais são mediados por diversos fatores e são estabelecidos sobre prismas muito específicos de interesses comuns a cada nó. O modelo de Watts e Strogatz mesmo apresentando uma construção importante, atenta para a clusterização o valor das pequenas conexões entre grupos para a geração de mundo pequenos não leva em consideração pontos fundamentais como: a motivação dessas conexões, que nem sempre são feitas de modo aleatório e podem abarcar visibilidade. No caso dos weblogs e fotologs, eles tem interesses em comum, no sentido de formar comunidades ou estabelecer relações sociais; interesses sexuais ou mesmo de sedução e etc. O modelo de Barabási, o mais mecanicista, traz um importante insight.

Referências

(em inglês)Google Releases Orkut Social Networking Service

Bibliografia

SIBILIA, Paula. O show do eu. Nova Fronteira, 2008. ISBN: 85-209-2129-9
CASTELS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
PARREIRAS, Fernando Silva; SILVA, Antonio Braz de Oliveira e; MATHEUS, Renato Fabiano;
BRANDÃO, Wladmir Cardoso. REDECI: Colaboração e Produção Científica em Ciência da
Informação no Brasil. Perspectivas em Ciência da Informação, v.11, n.3. Belo Horizonte.
Disponível em: [1]
RECUERO, Raquel da Cunha. Redes sociais na Internet: Considerações iniciais. Disponível em: [2].
[3] SILVA, Antonio Braz de Oliveira e; MATHEUS, Renato Fabiano; PARREIRAS, Fernando Silva; PARREIRAS, Tatiane Aparecida Silva. Análise de redes sociais como metodologia de apoio para a discussão da interdisciplinaridade na Ciência da Informação. Ciência da Informação . Brasília: v.35, n.1, 1º sem. 2006.
WITHAKER, Francisco (1998). Redes: Uma estrutura Alternativa de Organização
SILVA, Antonio Braz de Oliveira e; MATHEUS, Renato Fabiano; PARREIRAS, Fernando Silva; PARREIRAS, Tatiane Aparecida Silva. Estudo da Rede de Co-Autoria e da Interdisciplinaridade na Produção Científica Através de Métodos de Análise de Redes Sociais: Avaliação do Caso do PPGCI/UFMG. In: ENANCIB, 6, Florianópolis, 2005. Disponível em: [4]
SPYER, Juliano. (Org.). Para entender a Internet. Noções, desfios, práticas e desafios da comunicação em rede. 2009. Disponível em: [5]
RECUERO, R. O Digital Trash como Mainstream: Considerações sobre a difusão de informações em redes sociais na Internet. In: Vinícius Andrade Pereira. (Org.). Cultura Digital Trash: Linguagens, Comportamentos e Desafios. Rio de Janeiro: E-papers, 2007. Disponível em :[6]

Ver também

Exemplos de Redes Sociais na Internet
Teoria dos seis graus de separação

Ligações externas

Networks, Netwars and the Fight for the Future
Análise de redes sociais – aplicação nos estudos de transferência da informação
Redes sociais e redes naturais: a dinâmica da vida
Análise de redes sociais – aplicação nos estudos de transferência da informação
Redes Sociais em português
Programa Redes Sociais do Senac São Paulo